Apetece-me cantar a Paz,
gritar a alegria,
louvar o amor...
Hoje sou energia feliz,
sorriso transparente,
leveza, liberdade,
SER, felicidade.
hoje ouvi a voz do AMOR!
De Maria La-Salete Sá (25/01/1992 00:07h)
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
A NOITE SONHOU TRISTEZA
A noite sonhou tristeza
e...
o dia acordou choroso!
Que pena
acordar assim um dia de domingo!
E logo um domingo,
quando domingo é,
por excelência,
DIA DE SOL!
Mas eu não vou acordar triste,
eu respondo, eu respingo.
Não vou acordar chorosa
neste dia de domingo,
neste dia de sol sem sol.
Vou sorrir,
vou brilhar
e vou espalhar
sorrisos de alegria...
E alegrar
este dia...
de domingo chuvoso...
Hum! Hum! Hum!
Acorda menina,
desperta,
sai de dentro do lençol,
já é dia!
E... sorrio, e sorrio
num sorriso de poesia!...
... para que todos sintam e vivam
um domingo de sol e alegria.
De Maria La-Salete Sá
(imagens retiradas do google)
e...
o dia acordou choroso!
Que pena
acordar assim um dia de domingo!
E logo um domingo,
quando domingo é,
por excelência,
DIA DE SOL!
Mas eu não vou acordar triste,
eu respondo, eu respingo.
Não vou acordar chorosa
neste dia de domingo,
neste dia de sol sem sol.
Vou sorrir,
vou brilhar
e vou espalhar
sorrisos de alegria...
E alegrar
este dia...
de domingo chuvoso...
Hum! Hum! Hum!
Acorda menina,
desperta,
sai de dentro do lençol,
já é dia!
E... sorrio, e sorrio
num sorriso de poesia!...
... para que todos sintam e vivam
um domingo de sol e alegria.
De Maria La-Salete Sá
(imagens retiradas do google)
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
PERIPÉCIAS DE UM DIA
Acordei melancólica, com preguiça... estava tão
quentinha, tão aconchegada no miminho que não me apetecia levantar, mas lá teve
que ser. Arranjei-me, tomei o pequeno almoço e pouco depois comecei a sentir-me
enjoada. Pudera! Tantos desvarios alimentares puseram-me de “maus fígados”. Não
que estivesse zangada, mal humorada, mas o fígado estava a reclamar, era o
enjoo, era a dor de cabeça, era a sensação de frio... e há que atacar a maleita
com o “milagroso Cholagutt”. O enjoo passou, as dores de cabeça também, chegou
a hora de almoço mas não havia espaço no estômago para qualquer comida. Também isso
não foi problema, houve almoço para o marido, eu estive presente, mesmo sem
comer.
No início da tarde tive, como combinado, a visita do meu “menino”, um menino de 23 anos, mas que não deixa de ser um dos “meus meninos”, um dos muitos que me passaram pelas mãos como alunos, que ajudei a crescer e que também me ajudaram a não abandonar a criança que em mim habita. Foram quase duas horas bem passadas, em partilha, amor e emoção do reencontro. Que feliz me senti (e sinto) por rever um dos meus “rebentos” que começou a florir na inocência dos seis anos, numa turma algo problemática, e que nunca me desiludiu, apesar dos altos e baixos por que passam todos os aprendizes seja em que área for.
Dezasseis horas e trinta minutos. Hora de despedir. Hora de preparar para ir ao cinema, como combinado com o marido.
E que tarde de chuva! Chuva intensa, certinha, forte! Mas, mesmo assim fomos ao cinema. Um filme intitulado “Around the shopping”, posso chamar-lhe uma “quase curta metragem”, pois durou cerca de 25 minutos. Foi um filme com pouca ação, sempre passado dentro do carro... pois vejam lá, entramos no parque de estacionamento, demos a volta completa e não havia um lugar vago, saímos para o parque exterior, era um caos. Conseguimos “entrar” numa das filas e... já o filme que queríamos ver tinha começado. Então ficamos pelo “Around the shopping”, pois foi o único que pudemos ver. Vinte e cinco minutos de “circuito dentro e em volta do shopping” e eis que o filme chega ao fim. Estávamos já na estrada de regresso a casa, sempre com chuva, mas rindo da “ideia luminosa” de pensarmos em cinema em vez de ficarmos em casa abrigados da chuva.
De Maria La-Salete Sá (27/12/2013)
No início da tarde tive, como combinado, a visita do meu “menino”, um menino de 23 anos, mas que não deixa de ser um dos “meus meninos”, um dos muitos que me passaram pelas mãos como alunos, que ajudei a crescer e que também me ajudaram a não abandonar a criança que em mim habita. Foram quase duas horas bem passadas, em partilha, amor e emoção do reencontro. Que feliz me senti (e sinto) por rever um dos meus “rebentos” que começou a florir na inocência dos seis anos, numa turma algo problemática, e que nunca me desiludiu, apesar dos altos e baixos por que passam todos os aprendizes seja em que área for.
Dezasseis horas e trinta minutos. Hora de despedir. Hora de preparar para ir ao cinema, como combinado com o marido.
E que tarde de chuva! Chuva intensa, certinha, forte! Mas, mesmo assim fomos ao cinema. Um filme intitulado “Around the shopping”, posso chamar-lhe uma “quase curta metragem”, pois durou cerca de 25 minutos. Foi um filme com pouca ação, sempre passado dentro do carro... pois vejam lá, entramos no parque de estacionamento, demos a volta completa e não havia um lugar vago, saímos para o parque exterior, era um caos. Conseguimos “entrar” numa das filas e... já o filme que queríamos ver tinha começado. Então ficamos pelo “Around the shopping”, pois foi o único que pudemos ver. Vinte e cinco minutos de “circuito dentro e em volta do shopping” e eis que o filme chega ao fim. Estávamos já na estrada de regresso a casa, sempre com chuva, mas rindo da “ideia luminosa” de pensarmos em cinema em vez de ficarmos em casa abrigados da chuva.
De Maria La-Salete Sá (27/12/2013)
domingo, 22 de dezembro de 2013
Meu poema de NATAL 2013
Eu queria escrever um lindo poema de Natal,
um poema que só falasse de amor,
um poema
onde não entrasse a dor.
Eu queria escrever...
um belo poema de Natal...
adorná-lo com sorrisos
perfumá-lo de esperança,
e fazer dele o melhor presente.
Mas como posso só falar de amor
se ao meu lado mora o desespero,
mora o sofrimento,
mora a fome,
mora a dor?
Como posso adorná-lo com sorrisos
Se me deparo com lágrimas,
tristezas
E desamores?
Como posso perfumá-lo de esperanças,
Se vejo um país moribundo?
Como posso vesti-lo de ternuras
Se a corrupção mora ao lado?
Como posso?!
Mas posso e vou semear
em cada coração que tocar
uma semente de amor,
outra de fraternidade,
mais uma de ternura e humildade
e, quem sabe, possa então germinar
em jardim de pura luz
a mensagem de esperança
no mais puro e sublime amor
- o amor de JESUS! –
De Maria La-Salete Sá
(imagem do Google)
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
TUDO O QUE SOU
Sou
uma garota irrequieta
Medrosa,
Alegre...
Chorosa...
Feliz
E
desditosa...
Sou
uma criança
Que
adora a solidão...
Sou
uma senhora
Que
gosta do barulho
E da
multidão...
Sou
adolescente
Que
vive a sonhar...
Sou
adulta
Que
com bonecas
Adora
brincar...
Sou
bebé risonho
Que já
quer falar,
Sou
mulher crescida
Querendo
contar
O que
tem de calar...
Sou eu
mesmo assim
Que
vivo a lutar...
Sou
sopro de brisa
Com
ânsia infinita
De a
todos amar.
(Escrito
em 1970, no Colégio de Nossa Senhora da Bonança, em V.N. de Gaia)
S.O.S.
A
minha barca perdeu o leme...
Vai à
deriva num mar revolto
de
incertezas...
Lanço
um S.O.S.,
um
apelo de urgência:
"Se
alguém me encontrar,
ponha-me
em terra firme,
repare
a minha barca...
...
para que eu recobre de novo a Esperança
na
viagem da vida
sem
medos, sem tempestades,
mas
num mar de bonança."
(De Maria La-Salete Sá in "O
Desassossego da Vida")
INTEGRAÇÃO
Era o mar. Somente o mar,
Um oceano calmo e tranquilo (na aparência),
vigoroso e imponente (na realidade).
Somente o mar.
E nesse mar espraiado,
vestido de verde e dourado,
com grinaldas de brancas flores
desfolhando-se na areia,
abraçando as rochas e beijando as gentes
estava o Universo.
Era o mar. Somente o mar...
Pátio de cantigas onde brincavam nereides,
parque de sol onde se estendiam ondinas.
Somente o mar.
Um vaivém de sereias,
de musas,
de deuses...
Somente o mar...
O mar da Galileia. Sem tempo.
Cristo-criança cantava nas ondas,
Cristo-adulto andava nas águas.
E os Simões-Pedros ouviram as sereias
e sentiram o êxtase da pureza e da plenitude.
E pararam. E olharam. E amaram.
Amaram a Deus pela majestade e beleza,
pelo amor e pela grandeza,
amaram o mar pela imensidão e pela força,
amaram a terra, amaram os homens,
amaram tudo e todos...
... pelo Amor...
Era o mar. Somente o mar.
Mas esse mar - tão somente - era o Tudo,
era o Cosmos,
era Deus!
De Maria La-Salete Sá (Verão de 1992 ou 1993)
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