Saíste, por momentos, do teu casulo,
deste-me o sorriso que ansiava,
as carícias que desejava...
Entraste no meu mundo solitário,
deste-me a mão, carinho e ilusão,
foste o momento de paz na minha vida,
o hino de alegria,
a certeza que me orienta
a vontade-esperança renascida.
De Maria La-Salete Sá (20/08/1995 11:40h)
sexta-feira, 28 de março de 2014
UTOPIA
Sai da tua concha, deixa o teu canto,
dá uns passos em frente e mostra-me um sorriso...
Não fiques passivo no teu orgulho ou no teu egoísmo
e deixa que a tua imagem se desenhe no vento,
tal brisa suave no meu pensamento...
Sai da tua concha
voa até mim, ilusão e invento,
deixa-me correr, ficar nos teus braços,
fazer da vida um momento de paz,
transformar esta loucura em certeza fugaz...
Volta depois à tua concha, ao teu canto
e eu serei um hino de alegria
neste mundo de utopia
onde a vida de frágil se tornará forte,
onde a tempestade será a bonança,
onde eu serei... certeza-ilusão,
vontade-esperança.
De Maria La-Salete Sá (20/08/1995 00:05h)
dá uns passos em frente e mostra-me um sorriso...
Não fiques passivo no teu orgulho ou no teu egoísmo
e deixa que a tua imagem se desenhe no vento,
tal brisa suave no meu pensamento...
Sai da tua concha
voa até mim, ilusão e invento,
deixa-me correr, ficar nos teus braços,
fazer da vida um momento de paz,
transformar esta loucura em certeza fugaz...
Volta depois à tua concha, ao teu canto
e eu serei um hino de alegria
neste mundo de utopia
onde a vida de frágil se tornará forte,
onde a tempestade será a bonança,
onde eu serei... certeza-ilusão,
vontade-esperança.
De Maria La-Salete Sá (20/08/1995 00:05h)
domingo, 16 de março de 2014
HOJE... NA SAUDADE...
Hoje sinto a saudade de ti, que nunca tive,
a falta do carinho que nunca me deste,
a ausência desse olhar que invento...
Hoje queria ter-te,
sentir-me real,
e procuro-te neste universo fictício
onde não existes (ou não te vejo).
Sei que estarás algures em busca de mim,
talvez perto, talvez distante,
mas também só, na saudade.
Não sei quem és, talvez não saibas quem sou,
mas a certeza da tua realidade
povoa a minha saudade.
Quando aparecerás? Quando aparecerei?
tu e eu estamos incompletos,
somos apenas as metades distantes
à espera do vento, da corrente,
da maré... que nos levará...
Eu sou a tua semente que germinará,
tu a seiva que me alimentará
em campos de lírios de paz e de amor...
Onde estás então,amor?
Onde estás...
... hoje... que te necessito na saudade?...
De Maria La-Salete Sá (18/08/1995)
a falta do carinho que nunca me deste,
a ausência desse olhar que invento...
Hoje queria ter-te,
sentir-me real,
e procuro-te neste universo fictício
onde não existes (ou não te vejo).
Sei que estarás algures em busca de mim,
talvez perto, talvez distante,
mas também só, na saudade.
Não sei quem és, talvez não saibas quem sou,
mas a certeza da tua realidade
povoa a minha saudade.
Quando aparecerás? Quando aparecerei?
tu e eu estamos incompletos,
somos apenas as metades distantes
à espera do vento, da corrente,
da maré... que nos levará...
Eu sou a tua semente que germinará,
tu a seiva que me alimentará
em campos de lírios de paz e de amor...
Onde estás então,amor?
Onde estás...
... hoje... que te necessito na saudade?...
De Maria La-Salete Sá (18/08/1995)
quinta-feira, 13 de março de 2014
MEU PASSARINHO VERDE
Há muito, muito tempo , ouvi passarinho verde
e fui feliz...
Hoje... vi passarinho verde, amei,
tremi de emoção e sorri...
... e jamais afastarei dos meus olhos
a imagem do passarinho verde...
... porque...
...com ele voarei até aos confins do mundo,
ao centro da Terra,
à galáxia mais longínqua...,
no sorriso,
no trinar,
na esperança
do meu passarinho verde!
De Maria La-Salete Sá (1996)
e fui feliz...
Hoje... vi passarinho verde, amei,
tremi de emoção e sorri...
... e jamais afastarei dos meus olhos
a imagem do passarinho verde...
... porque...
...com ele voarei até aos confins do mundo,
ao centro da Terra,
à galáxia mais longínqua...,
no sorriso,
no trinar,
na esperança
do meu passarinho verde!
De Maria La-Salete Sá (1996)
MORAS NA MINHA SAUDADE
Moras na minha saudade,
invento por nascer,
cavalo alado do prado
verde que não gerou lírios,
mas produziu sementes de
corsas e gazelas...
sementes que o vento
espalhou
pelas campinas onde
nascem germânicos...
Moras na minha saudade, perfume
inebriante,
que um dia entonteceu
meus sentidos e sentimentos
e me deixou adormecida
na nostalgia...
Foste o invento que
projetei,
a força que alimentei,
o amor que gerei...
Foste o homem-miragem do
meu coração deserto
que, tal como surgiu,
desapareceu,
deixando
no oásis desta paixão
a saudade da ternura...,
a saudade do coração
onde tu moras...
Foste o cavalo fogoso na
liberdade do prado
e eu a gazela em busca
dos lírios da paz...
e do nosso encontro-desencontro
fizemos campinas de
gerânios...
Eras liberdade, meu
cavalo alado,
tão liberdade que a
liberdade levou,
mas...
... moras para sempre na
minha saudade.
De Maria
La-Salete Sá (07/03/1988 23:51h)
DESABAFO
Quem me dera poder entrar agora dentro de ti,
ouvir e sentir o teu pensamento
e decidir
se ficar feliz no acolhimento do teu amor,
se refugiar-me em mim...
conforme a sincronicidade ou o desfasamento
do nosso pensamento/sentimento...
...Amo-te...
De Maria La-Salete Sá (1996)
ouvir e sentir o teu pensamento
e decidir
se ficar feliz no acolhimento do teu amor,
se refugiar-me em mim...
conforme a sincronicidade ou o desfasamento
do nosso pensamento/sentimento...
...Amo-te...
De Maria La-Salete Sá (1996)
quarta-feira, 12 de março de 2014
JOVIALIDADE CONTAGIANTE
e uma confiança sadia se
apossou de mim.
Nesta conformidade
acabaram-se as barreiras
da solidão,
aboliram-se as
fronteiras
e pulsa forte meu
coração
ao pensar-te, ao
rever-te (na minha ilusão).
Já não estou presa ao
desalento da tua ausência
mesmo sabendo que não
estás,
já não maldigo a hora em
que silenciaste,
já não me sinto perdida
do mundo.
Eu sou! Eu vivo! Eu amo!
Amo-te tanto ou mais que
outrora,
contudo acredito na
vida, em mim.
Sei que és sonho impossível,
mas eu sou real
e como tal
tenho uma vida, a minha
vida, para viver...
... contigo na memória,
contigo no coração,
contigo...
... e mesmo na certeza
de nunca seres meu
não serás jamais a minha
maldição...
Hoje fui assaltada pela
jovialidade contagiante da vida!
De Maria La-Salete Sá
(05/03/1988 18:49h)
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