domingo, 9 de outubro de 2016

Da minha página de facebook, em 26 de agosto de 2016

(Da minha página de facebook, em 26 de agosto de 20\6)

Bom dia, bom dia, bom dia!
Acordei feliz, estou feliz e desejo aos meus amigos (e aos que até nem são amigos) que se sintam (e sejam) tão ou mais felizes do que eu!
Acordei feliz, porque ser e estar feliz vai sendo a regra que me rege, o meu estado de ser e de viver. Mas mais ainda, porque ontem se fez outra apresentação de Corrupio de Palavras na Festa do Livro da minha cidade em clima de amizade, descontraído e familiar.
Saí dali a pensar no desafio que tanto a minha amiga/irmã/apresentadora Marianela, como o editor, Vítor deixaram no ar..., continuar a escrever para crianças.
Obrigada amigos que fizeram desta noite mais uma noite mágica!
Para vós o meu abraço de amor incondicional!
Maria La-Salete Sá




























































quarta-feira, 27 de julho de 2016

NO SALÃO DA COMPANHIA BRAVO DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DA CIDADE DE ESPINHO

COM FERNANDA CABRAL (ILUSTRADORA) E MARIDO, JULIÃO CABRAL (FOTÓGRAFO)

E... TANTOS MAIS AMIGOS E AMIGAS QUE NÃO MENCIONEI, MAS QUE ESTÃO NÃO SÓ NAS FOTOS, MAS TAMBÉM (E SOBRETUDO!) NO MEU CORAÇÃO...

PARA TODOS, INCLUINDO OS QUE NÃO PUDERAM ESTAR PESSOALMENTE, VAI O MEU ABRAÇO, AQUELE ABRAÇO CAPAZ DE ESPALHAR TERNURAS, CARINHO, AMOR...

NO SALÃO DA COMPANHIA BRAVO DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DA CIDADE DE ESPINHO

OLHA O JAPONÊS!!! NO  ABRAÇO AMIGO  DA CÂNDIDA!


... E O CARINHO DO MANINHO!!!


... E O EMBALO DO MIMINHO DO MARIDO
...


... E A EMOÇÃO A AFLORAR...









NO SALÃO DA COMPANHIA BRAVO DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DA CIDADE DE ESPINHO

EIS CHEGADA A HORA DOS AUTÓGRAFOS...





















NO SALÃO DA COMPANHIA BRAVO DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DA CIDADE DE ESPINHO

DOMINGAS CHORAMINGAS, dramatizado por Vítor Rocha

Por tudo e por nada
Domingas chorava.
Se perdia no jogo,
Choramingava,
Da comida nunca gostava
E porque não gostava,
Choramingava…
Não tinha chocolate,
Barafustava.
O pai ralhava,
Ela amuava…
E, como chorava
Por tudo e por nada,
Parecia que andava
Sempre constipada.
Sempre a fungar.
Amigos, não tinha
Porque ninguém queria
Com ela brincar.
E todos diziam
Para a arreliar:
«A Domingas
É uma choramingas,
Só sabe chorar!
A Domingas
É uma choramingas,
Só sabe amuar.
A Domingas
É uma choramingas
Nem sabe brincar…»
E tantas vezes ouviu,
Que um dia achou graça
E até sorriu!
E sorriu,
E sorriu…
E descobriu
Que ser alegre
E saber brincar
É muito melhor
Do que choramingar!

Agora a Domingas,
De nome Choramingas,
Entra nas brincadeiras,
Ri à gargalhada
Também por tudo e por nada,
Mas não tem pingo no nariz,

Agora é uma menina feliz!

NO SALÃO DA COMPANHIA BRAVO DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DA CIDADE DE ESPINHO

CHEGOU A MINHA VEZ DE "TRAZER A CENA" O TAL... JAPONÊS...


LENGALENGA

A Portugal
Chegou um japonês
Que não sabia
 Falar português.
E o português
Que não sabia japonês
Logo achou
Que falar japonês
Era igual a falar chinês.
Pensou uma vez,
Pensou outra vez…
Como poderia
Falar ao japonês?
Talvez ele soubesse
Falar inglês.
Mas nem inglês,
Nem português…
E o português
Não sabia chinês,
Quanto mais japonês…
Ora então o que fazer
Se nem inglês,
E muito menos português
Sabia falar
O japonês.
E ficou a pensar:
«Será que o japonês
Sabe francês?»
E quando em francês falou
Somente o japonês
Um  tiquiti pronunciou.

E para o português,
Que não sabia japonês,
E para o japonês
Que não sabia português,
Nem inglês,
Nem sequer francês,
A história acabou.                     


NO SALÃO DA COMPANHIA BRAVO DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DA CIDADE DE ESPINHO







A MINHA AMIGA E ILUSTRADORA FERNANDA CABRAL, A DAR VOZ A «LUZIA MARIA»





LUZIA MARIA


Luzia Maria
Tinha a mania
Que tudo sabia.
Que sabia ler,
Que sabia escrever
Que até sabia
Inventar
Histórias de encantar.

E, se o dizia,
Assim fazia
(ou pensava que fazia…)

Até que um dia…
Um dia de grande invernia,
A Luzia Maria
Descobriu
Que nem tudo sabia…
Era tanta a chuva,
Era tanto o vento,
Que o seu guarda-chuva
Virou vira-vento…
E Luzia Maria
Era marionete
Ao sabor do tempo…
Gira para aqui,
Rodopia para ali,
Nem guarda-chuva,
Nem chapéu, nem lenço
Ela soube segurar,
Tudo o vento levou,
Tudo foi pelo ar…

… E Luzia Maria
Aquela que pensava
Que tudo sabia,
Nesse dia
De grande invernia
Descobriu
Que ter a mania
Até parecia
Uma tirania,
Uma vaidade
Sem serventia.