quarta-feira, 11 de setembro de 2019
quarta-feira, 4 de setembro de 2019
terça-feira, 20 de agosto de 2019
"ENTREI NO SILÊNCIO DA MINHA ESSÊNCIA"
Entrada no
silêncio da minha essência… adormeci.
Mas adormeci com
a certeza de que, mal acordasse, me lembraria da orientação recebida. E assim
aconteceu!
«««Ao acordar a
resposta estava fresca, saltitante, ansiosa por sair, por se apresentar. Não foi
preciso computador, bastou o bloco que tinha à mão… e anotei:
“O caminho que
percorres é o teu caminho, tenha os declives, as retas, e, por mais simples que
seja, pode transformar-se num doloroso percurso, se deixares que seja o teu
mental a tomar as decisões. Dá um pouco de sossego à atividade mental, deixa que
seja o coração a ditar o rumo. Ele é a tua Luz, o teu Farol. Ele diz-te que
sigas a meta do sorriso, porque nessa rota caminha o AMOR, a LUZ e a PAZ. Espalha
sorrisos de alegria, mesmo que aparentemente tua mente diga que tens motivos
para não sorrir. Não te zangues com ela. Abraça as ideias da mente, mesmo não
as seguindo, mas abraça-as, ama-as, pois fazem parte do teu ego, da mesma forma
que o ego faz parte de ti, embora aparentemente desnecessário. Abraça-os,
ama-os, diz-lhes que os amas, mas que tens uma rota algo diferente e doutra
forma definida.
O teu ego e a
tua mente foram e são ferramentas que usaste em todas as tuas existências…
Durante séculos, durante milénios, eles foram o repositório de muitos dogmas,
de muitos conceitos, úteis então, para que aprendesses a viver, a conhecer, a praticar
“o bem e o mal”, até aprenderes a libertar-te do que, nesta era de transição planetária,
não seja semente de amor, de paz, de fraternidade, de alegria…»»»»
E foi esta a
mensagem que veio do meu sono.
E agora também
sei que sou daqui, aqui pertenço neste tempo, neste local, nesta vida.
Mas nem sempre
fui daqui. Este sentir-me perdida é apenas o reflexo das saudades do meu verdadeiro
lar, da minha família cósmica, estrelar…
De Maria La-Salete Sá

segunda-feira, 19 de agosto de 2019
ALGO PERDIDA, ALGO SEM RUMO…
A vida
desenrola-se em curvas e contracurvas, em retas e declives, em situações
previsíveis e rotineiras, em acontecimentos inesperados e pouco prováveis… E
quando pensamos ter encontrado um caminho plano, de fácil e livre percurso, não
são poucas as vezes em que nos deparamos com dificuldades acrescidas… e o que
antes era previsível, de um momento para o outro, deixou de ser a nossa via de
fácil acesso, a nossa realidade descontraída e alegre…
É nesses
momentos, naqueles que passando a ser um desafio, mas também – e sobretudo! –
uma via de aprendizagem e de reconhecimento dos meandros da nossa existência
terrena que... devemos observar-nos...
Coisas
inesperadas acontecem todos os dias (e não são por acaso), coisas que nos
“dizem” que temos de fazer alterações nas nossas rotinas, por exemplo. Às vezes
colocam-nos perante um labirinto de ideias indefinidas ou amorfas que nos
deixam parados sem saber por onde iniciar a procura do que, apesar de
indefinido, de amorfo, sabemos ter um significado real, uma definição…
Situações destas
causam um desconforto enorme, desconforto mental, emocional e até espiritual,
porque nos sentimos meio perdidos, sem saber qual o nosso verdadeiro propósito
existencial.
Não apenas
hoje, mas sobretudo hoje, eu sinto-me assim, algo perdida, como estando num
tempo, num espaço, num mundo ao qual não me sinto pertencer. Olho em redor,
reconheço os familiares, os amigos, sei o quanto os amo e o quanto sou amada, sou
grata por isso e por tudo o que diariamente a vida me oferece, mas… continuo a
sentir-me perdida, desconectada…
Sei que sou
fruto e semente de Amor, de Luz, de Paz. E quero espalhar todas estas sementes,
sei que elas encontram “almas” que as acolhem e espalham, mas… mesmo assim… vejo-me
perdida… Talvez só mergulhando no silêncio da minha essência (se conseguir
ouvir o silêncio) me reencontre e reaprenda o que a vida quer mais de mim.
Maria La-Salete
Sá (19 de agosto de 2018)
(imagem da net)

quinta-feira, 8 de agosto de 2019
terça-feira, 6 de agosto de 2019
sexta-feira, 26 de julho de 2019
SOU MENINO, SOU O PEDRO
Sou criança, sou menino,
Mas gosto muito do mar
Gosto de brincar na areia
E na água chapinar.
Sempre que vou à praia
No corpo ponho creminho
Para me proteger do sol
E ir seguro ao banhinho.
Adoro o banho de mar,
Atirar água ao pai e à mãe
Mas se connosco vem a avó
Atiro-lhe água também.
Sou o Pedro, sou assim,
Um menino já crescido,
E quando leio poesia
Acho muito divertido!
De Maria La-Salete Sá
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