terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Faça se Silêncio, na voz da Nandinha

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

sábado, 30 de janeiro de 2021

TRÊS FOLHINHAS DE CHÁ


 

Naquele dia em que, absorta em pensamentos parados…,

parados ou fugidios, eu olhava para a chávena do chá…

nesse dia,

bem lá do fundo da chávena

uma folha

pequenina

emergiu…

 

Foi aparecendo suave… va-ga-ro-samente…

 

Chegada à superfície… parou.

Sorriu e voltou a mergulhar, como a querer esquivar-se ou brincar de esconde-esconde…

 

Mais uma vez fiquei suspensa de um pensamento parado,

tão parado…

…que não conseguiu decifrar o enigmático sorriso da folha de chá …

que…

logo logo reapareceu, desta vez acompanhada…

já não era uma, mas sim três folhinhas de chá…

 

…Então o pensamento… que antes fora parado,

ganhou asas,

voou,

desenhou cenários poéticos,

cenários de amor e de alegria…

 

…manifestou-se e deu à luz uma criança

de nome POESIA…

POESIA EM FOLHAS DE CHÁ …

 

De Maria La-Salete Sá (para o sétimo aniversário de POESIA EMFOLHAS DE CHÁ em 30-01-2021)

 

 

sábado, 9 de janeiro de 2021

PÉROLAS NO ROSTO

Baloiçando nas pontas soltas

de um qualquer pensamento

sem conexão,

escorregando de ideia em ideia

sem nunca me encontrar,

longe de casa em busca do rumo…

perdida me encontrei…

olhei em frente, olhei em redor,

caminho não vislumbrei …

desanimei…

quase chorei…

 

Então parei,

agarrei as pontas perdidas,

juntei palavra a palavra,

sentimento a sentimento…

nasceram emoções,

brilharam ideias feitas de paz!

Abracei-as!

Abraçaram-me!

 

Um pensamento audaz rodopiou,

parou mesmo à minha frente,

fez-se luz!

Cresceu.

Tomou forma.

Materializou-se num magnífico Ser!

Intemporal!

Resplandecente!

 

Duas lágrimas escorreram dos meus olhos,

Lágrimas - pérolas de gratidão.

 

Acabara de me reencontrar

no meio de um pensamento de Paz.

 

Acordei,

mas continuam a brilhar pérolas no meu rosto,

reflexos de amor e gratidão!

 

De Maria La-Salete Sá (09/01/2021)




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sábado, 21 de novembro de 2020

CONTÁGIO



Estou doente…

uma febre interna se vai fazendo crescente…

entro em delírio… e vejo que não estou só.

A meu lado, em meu redor está uma multidão…

É daí que surge o contágio, é daí que vem esta febre,

uma febre que inebria,

que irradia e que…

… não quer,

nem pode,

nem deve…

… ser erradicada…

 

Do meio dessa multidão destaca-se um foco,

um foco viral,

intenso,

cheio de luz e cor… é o vírus do AMOR…

 

Estou doente…

esta febre intensa que se faz crescente

já não é delírio…

é vontade acrescida,

é desejo de ser pandemia…

 

Não quero remédios,

não quero vacina,

quero manter-me contagiada,

quero contagiar…

 

Quero que do AMOR se faça contágio!

 

De Maria La-Salete Sá (20/11/2020)

 


terça-feira, 17 de novembro de 2020

MEDITAÇÃO

 MEDITAÇÃO --16 DE novembro de 2020

 

Hoje resolvi fazer uma meditação ouvindo música de reiki. Depois de selecionada a música sentei-me, coloquei os auscultadores, corrigi a postura e comecei. Não “induzi” nenhuma orientação em especial, apenas me deixei envolver pela melodia e respirar conscientemente. De olhos fechados deixei que aminha mente se soltasse e viajasse por onde a minha alma a levasse. Sentindo-me “acompanhada” pelo meu Anjo Guardião (aquele a quem chamo Anjo Azul, sem saber muito bem porque o chamo assim…) dei comigo num local maravilhoso onde tudo era Paz, Fraternidade, Abundância, Equilíbrio… Algo ou Alguém me fez saber que estava na “Nova Terra”. Nossos corpos eram feitos de Luz cristalina e intenso brilho, em tonalidades de azul, mas resplandecendo e difundindo luz branca, a paisagem e a atmosfera eram de uma beleza e pureza sem igual! As cores predominantes eram o verde e o azul na vegetação, na água e na atmosfera. Parecia que todos respirávamos energia azul e verde… e um dos nossos propósitos era acompanhar e ajudar outros planetas menos evoluídos, através dessas energias. Nossos corpos eram bem maiores do que estes corpos físicos que agora “usamos”.

 

Ao terminar, do fundo da minha alma saiu uma prece de gratidão por me ter sido dada a oportunidade de vislumbrar uma Terra a vibrar na 5.ª dimensão (ou acima), ao mesmo tempo que pensei no trabalho que está a ser efetuado em dimensões superiores, de acompanhamento aos Guerreiros da Luz que, espalhados pelos quatro cantos do mundo, vão criando (e ajudando a criar) a Paz, na liberdade, na igualdade e na fraternidade, ou seja, a criar na plenitude a ERA de AQUÁRIO.

 

 

Maria La-Salete Sá


sexta-feira, 6 de novembro de 2020

TESTEMUNHO

Estes dias não têm sido fáceis porque, sem razão aparente, sinto-me cansada, quase exausta, tanto que nem sequer tenho feito as meditações da Escola de Paz no horário em que são transmitidas, fazendo-as. às vezes, no dia ou dias seguintes.

Mas a par com este estado em que só me apetece deixar-me ao sabor da vida, na “preguicite”, tenho feito a minha caminhada interna, analisando o teor dos meus pensamentos, reconhecendo momentos em que “autorizei” que fossem as emoções primárias a tomar a dianteira, sem no entanto me deter demasiado “no afago” do ego, antes dando-me oportunidade de verificar onde e porque “descarrilei”. Este “olhar para dentro” em auto análise é também uma forma de meditação, assim como os momentos em que me disponibilizo para fazer transmissão de reiki à distância, já que presencialmente ainda não é aconselhável fazer-se.

Um destes dias, ao fazer uma transmissão de reiki à distância, depois de me sintonizar com a energia Universal, um suave aroma se fez sentir, ao mesmo tempo que do meu ANJO AZUL se manifestou através de um energético abraço. O aroma permaneceu durante algum tempo, mas a emoção foi tal que chorei e senti que meu chacra cardíaco se enchia do mais puro AMOR, que irradiava não só para a minha paciente, mas para todo o Universo. Quando acabei, minha alma estava cheia de alegria, uma alegria indefinível, imensa, que me pareceu capaz de chegar e contagiar tudo e todos.

Não posso deixar passar em branco acontecimentos como estes, pois são manifestações profundas que nos chegam de planos superiores, são pérolas de Luz no caminho que percorremos.

Gratidão, gratidão, gratidão!

 

Maria La-Salete Sá