https://youtu.be/2hJRP-8EMpM?si=J76jddn9yMcmfDBm
quarta-feira, 29 de julho de 2026
sábado, 4 de julho de 2026
BOM DIA
BOM DIA
Nos confins do pensamento
uma ideia brilhante se fez presente.
Rodopiando feliz, audaz,
plena de alegria,
de fantasia,
de positivismo,
se apresentou!
Seu brilho
reflete paz, esperança
e afasta toda e qualquer dor
de pesada nostalgia…
E a ideia se faz vida,
cresce
sai do pensamento
e voa.
Pousando aqui, pousando ali, pousando
além,
continua …
…e vai deixando rastos brilhantes de amor,
entoando canções de paz,
hinos de harmonia…
… e a todos presenteia com um sorriso
um doce e terno abraço
e um sincero desejo de…
…
BOM DIA!
Maria La-Salete Sá (Aipal, 5 de julho, 9h17m)
quinta-feira, 28 de maio de 2026
BAILADO POÉTICO
A poesia
é um bailado de palavras
ao ritmo musical das emoções.
Um bailado que se faz em passos
ora corridos
ora pausados,
de acordo
com o teor
das sensações.
Maria La-Salete Sá (28/05/2026)
(imagem da net)
QUERO
QUERO
Quero escrever um poema
com as cores da hora mágica
e pintar um quadro de sonho
com as letras do amor.
Maria La-Salete Sá (10/02/2026)
DE BÚSSULA NA MÃO
A que fui já não sou,
a que sou não é a que SOU…
mas esta de hoje,
de bússola na mão,
segue andando…
E eu sei.
Sei quem sou
e também sei que
não estou em quem SOU.
Neste tempo
sou viajante,
deambulante
a calcorrear os caminhos
que me levam a quem SOU!...
E seguirei a estrada
que a vida me traçou…
até chegar
a quem SOU
Maria La-Salete Sá (10/03/2026)
terça-feira, 5 de maio de 2026
O CASAMENTO
O CASAMENTO
A Maria João
Plão Plão
conheceu o
Joaquim
Plim Plim
e num instante
assim
foi amor até
mais não!
Foi namoro
repentino,
abraços e
beijinhos,
sempre
juntinhos
num só momento
escolheram
padrinhos
e sonharam
com o casamento.
Na hora da
celebração
os sinos da
igreja tocaram
dlão, dlão,
dlão, dlão
e a campainha
respondeu
dlim, dlim,
dlim, dlim.
Quando o padre
perguntou
se queriam
mesmo casar,
a Maria João
disse não
quando o
Joaquim disse sim.
Ao verificar o
engano,
imediatamente
emendou e salientou
“Sim, eu quero
casar,
eu quero casar
com o Joaquim.”
O padre sorriu
e disse:
Assim está
bem, está bem assim!
Vamos lá casar
a Maria João
Plão Plão
e o Joaquim
Plim Plim.
Muito felizes
e sempre
sorridentes,
a família
cresceu,
vieram dois
gémeos,
um belo
presente
que a vida
lhes deu!
A Florinda
Plão Plim
e o Florindo
Plim Plão
enchem de
beleza e magia
os dias de
suas vidas
entre
brincadeiras e sorrisos
que nascem no
coração.
E vive
em total harmonia
a família
Plim Plão!
Maria
La-Salete Sá (05-05-2026)
A NANDA E A LETE
A
Nanda
pensa
que manda
a
Lete
andar
de bicicleta.
Pensa
que manda,
mas
não manda,
porque
a Lete
prefere
a trotinete!
Atravessa
a estrada,
meio
desengonçada.
E
lá vai a Lete
a
mastigar uma chiclete!
Assim,
desengonçada,
vai
lançada
para
chegar depressa
à
loja do Sr. João…
e.
pimba!...,
dá
um trambolhão.
Logo
a Nanda
corre
para ela
e
levanta-a do chão!
Depois
a Lete,
com
gratidão,
lhe
oferece a manta
que
comprou
na
loja do Sr. João.
Agora
contentes,
mesmo
sem jeito
e
sempre a cantar,
estas
amigas do peito
lá
vão juntinhas
pela
estrada fora
a
cantarolar.
Fernanda Cabral e Maria La-Salete Sá (5/5/2026)
domingo, 3 de maio de 2026
MÃE
Mãe, minha estrelinha brilhante,
a estrelinha
que ilumina os caminhos que percorro…
Foste a minha génese,
o consolo, o abrigo, o carinho e o amor…
…um amor
que não tem definição,
que não tem nome,
de tão indefinido e inominável que é.
Foste a minha génese aqui na Terra,
a biblioteca dos maiores saberes e valores
onde aprendi os caminhos da vida.
Foste a base
em que fundeei meus alicerces…
… e fundações concluídas, partiste…
Foste ocupar o teu lugar no firmamento,
estrelinha que me guias.
Foste,
mas deixaste um rasto de luz sublime
que sempre ilumina meus passos.
E sei,
e sinto que,
lá do firmamento onde estás,
me abençoas, me conduzes e me ajudas
a desenhar novos alicerces…
… porque também sou Mãe!
Maria La-Salete Sá
sábado, 2 de maio de 2026
LETARGIA.
LETARGIA.
Letargia parece doença em
aparente solidão…
letargia faz dormência,
cria insatisfação…
Ai, este letargo que me isola de mim, faz-se
sonolência
e ao pensar assim,
algo cá dentro se agita e me diz
ser urgente mergulhar nas entranhas da
minha essência
e penetrar nos recônditos escondidos
do caminho da solidão…
Adentro-me…
Percorro-me…
há caminhos de luz no percurso…
cânticos de paz e louvor…
Então, esta letargia não é doença,
nem insatisfação,
é apenas o alerta
para que não me perca
no abandono de quem sou…
Maria La-Salete Sá (02-05-2026)
quarta-feira, 29 de abril de 2026
O CARROSSEL
O CARROSSEL
O
carrossel
do
ti Manel
tem
um cavalinho
bem
mansinho,
uma
mota
toda
torta
e
uma grande girafa
com
pescoço de garrafa.
O
carrossel
do
ti Manel
é
feito de pau e de lata,
sobe
e desce
bem
depressa,
corre,
corre que se farta.
O
carrossel
do
ti Manel
é
um brinquedo engraçado,
tem
uma chave que roda,
uma
chave que dá corda
e
logo o põe a girar,
a
correr, a rodopiar…
O
carrossel do ti Manel
mesmo
velho,
mesmo
torto,
quase
a cair de morto,
nas
crianças
desperta
magia
e
a todos
leva
alegria!
Ai,
como é bom brincar
com
o carrossel
do
ti Manel!
Maria
La-Salete Sá (27-04-2026)
domingo, 8 de março de 2026
VIVA A MULHER
A mulher
que se faz
vida dando nova vida à vida,
eu saúdo!
A mulher
que da dor
faz ternura e amor,
eu abraço!
A mulher
que do
coração faz abrigo, fortaleza e amparo,
eu
reverencio!
A mulher coragem
que não se
apaga e se faz liberdade,
eu enalteço!
À mulher
que traz na
alma o grito de libertação
eu junto a
minha voz…
“Viva a
mulher”
De Maria La-Salete Sá
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
MULHER - SEIVA, SEMENTE E FRUTO
MULHER - SEIVA, SEMENTE E FRUTO
Mulher
é fruto e semente,
é rio
transbordante de ternura,
é
afago, é carinho,
amor
sempre novo,
aconchego
e abraço de doçura
.
Mulher
é renovação,
é
recetáculo de seiva,
cadinho
de alquimia…
é a
própria seiva
em
amor transformada.
Mulher
é corpo, alma e coração,
é
malabarista, feiticeira, fada madrinha,
é
adulta e é menina,
é ser
intemporal…
… na
temporalidade da vida
Maria
La-Salete Sá
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
CHUVA SEM TRÉGUAS
Há lutas de gigantes no firmamento!
O ribombar dos confrontos ecoa
em trovoada ensurdecedora
e o céu ilumina-se
em jogos de raios e luz…
As nuvens, em atropelo,
rompem-se em chuva diluviana…
que,
sem dó nem piedade,
tudo alaga, tudo encharca…
As pessoas, perplexas,
assistem, impotentes,
ao desmoronar catastrófico dos seus
alicerces…
Árvores sucumbem à força do vento,
terras e casas desabam sem dó nem
piedade,
E a chuva não dá tréguas…
Os rios transformam-se em autênticos
mares…
Nada resiste, a água tudo engole, em
tudo se incorpora…
E ninguém escapa indiferente…
a calamidade não se abate apenas sobre
bens materiais…
perdem-se sonhos,
perdem-se vidas…
e tudo se altera…
para sempre…
No meio deste cenário de destruição
e no grito que sai da alma
ao questionar. “Até quando?”,
não falta amor solidário,
cooperação,
interajuda…
Ainda há espaço para a esperança
quando a vida se faz repartida
em gestos de solidariedade
e fraternidade…
Mas… a chuva continua… não quer
abrandar…
Maria La-Salete Sá (10/02/2026)

