segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

O QUE VIVI ATRAVÉS DO MEU GATO

 Eu sei que os gatos são animais especiais, que sentem energias e veem presenças extrafísicas. Sei também que são protetores das pessoas com quem vivem, que são catalisadores e transmutadores de energias, caso estas sejam densas. Já passei por experiências destas com o meu gato Farrusco nos anos 80  90, até ao momento em que ele se foi (1993).

E há três meses adotei um gatinho bebé (de um mês) a quem pus o nome de Merlin


Depressa ele se deixou cativar e nos cativou. Gosta de estar perto de nós, no colo, no sofá, tanto a dormir, como para brincar, embora também se afaste quando acha que deve.


E hoje ele viu além!...A meio da tarde eu saí da saleta-escritório e fui para a outra sala ver televisão. O Merlin foi atrás de mim, subiu para o sofá onde me tinha sentado e enroscou-se ao meu lado, bem encostadinho a mim, mas por pouco tempo. Levantou-se e aninhou-se no meu colo, penso que dormiu por um bocado. A determinada altura levantou-se, colocou-se em pé, assente apenas nas patas traseiras e ficou assim parado de olhar fixo na direção da porta, a ver algo “invisível”. Esteve assim uns segundos (cerca de meio minuto, mais ou menos, penso eu…), baixou “a guarda” e foi sentar-se na ponta do sofá, mesmo em frente à porta. Esteve ali mais uns segundo e voltou para o meu colo. Novamente se aninhou e ali ficou a dormitar durante mais um pedaço. 


Da mesma forma que antes, acordou,  pôs-se em pé, exatamente na mesma posição em que estivera antes, com as patas dianteiras levantadas à altura do pescoço, olhando fixamente para a porta. Eu olhei também e… “vi”, numa fração de segundos, o que me pareceram dois vultos, que logo se dissiparam. Sei que o que “vi” era pacífico, acolhedor, algo familiar e senti a emoção da presença dos meus pais, como um afago de amor e felicidade. 


Não sei dizer como senti, mas sei que essa energia de sublime amor me envolveu e eu retribuí num abraço energético pleno de gratidão! Tudo isto aconteceu em curtíssimo espaço de tempo, mas deixou-me na alma um tal estado de graça e bem aventurança que não se define, apenas se vive e sente. 


Enquanto eu “assimilava o que via e sentia”, o Merlin, mais uma vez, se foi sentar na ponta do sofá. Mesmo em frente da porta Passados estes instantes de “conexão”, ele voltou para o meu colo e ali ficou até que eu me levantasse.

 

25 de janeiro de 2026 (22h 30m)

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